EXPO PACK México

A Vitopel marcou presença na EXPO PACK México realizada no mês de maio de 2016.  O evento, líder na  América Latina em tecnologia de  embalagens,  reuniu mais de 1,000 expositores de 20 países em um espaço de 19.000 metros quadrados.

A EXPO PACK México cria oportunidades para que as empresas expositoras ampliem seus contatos diretos com profissionais de indústrias com grande potencial de aquisição de tecnologia e soluções de materiais e processos de embalagens.

Um Olé no Picolé

A edição de fevereiro de 2016 da Plástico em Revistas, importante mídia do ramo de embalagens, veiculou uma matéria sobre o mercado de sorvetes e picolés que contou com a participação especial de nosso Gerente Aldo Mortara.
Aldo ressalta nesta entrevista que, com a chegada das famosas paletas mexicanas no mercado brasileiro e com a expansão do mercado de picolés artesanais, existe uma grande expectativa que os picolés voltarão aos trilhos da expansão.
Fatores como diversificação da oferta, queda na informalidade e barateamento das máquinas horizontais de enchimento e selagem (Flow Pack horizontal) contribuirão para este aumento de demanda.  Pela a estimativa apontada por Aldo, o sorvete de palito hoje abocanha de 5% a 7% da demanda brasileira de BOPP.
Há cerca de 20 anos, rememora Aldo Mortara, o BOPP opaco ou perolizado botinava o laminado de papel e polietileno de picolés. “Mérito da alta opacidade, valorização do visual e o ajuste do filme ao picolé, devido à sua baixa densidade”, atribui ele. “Os envelopes pré-formados seguiram essa tendência”. Em picolés menos diferenciados, os de maior concorrência, continua a dar as cartas no filme opaco metalizado, impresso na face externa e vedado por termosselagem, afiança o porta-voz da Vitopel. “Nos produtos de cunho menos genérico, em especial com chocolate ou tipo bombom, a estrutura de embalagem reinante não é laminada. Trata-se de BOPP metalizado e impresso sobre metal, contemplado ao final do processo com verniz de acabamento e proteção”.

 

Conforme detalha, dois laminados de BOPP prevalecem para versões mais seletas de picolés: o filme perolizado opaco interno com filme transparente impresso no verso e filme transparente metalizado interno com filme transparente impresso no verso. “O fechamento por termosselagem predomina em sorvetes de palito devido ao seu custo/benefício e à sua resistência a baixas temperaturas, evitando o custo adicional da selagem a frio (Cold Seal)”, assinala Mortara. Em sorvetes mais sensíveis, como picolés recobertos de chocolate o uso de estruturas de BOPP com selagem a frio procede, completa o executivo.

 

A matéria ressalta também que o mostruário de filmes da Vitopel preenche todas essas peculiaridades do embalamento de picolés. Na esfera do filme opaco perolizado, o campeão em volume de vendas para o segmento, Mortara esclarece que a película de sua empresa prima pelo equilíbrio entre o alto rendimento e a capacidade de proteção. “A solicitação mecânica da embalagem é bastante relevante, pois contém um alimento congelado e um palito exposto”, considera. “Por isso, a resistência física do filme e seu desempenho na selagem a quente são cruciais para manter a qualidade da embalagem até o ponto de venda”. Quanto aos picolés de perfil mais nobre, tipo bombom ou revestidos de chocolate, o gerente salienta os predicados da barreira anti-odores externos proporcionados pelos filmes metalizados da Vitopel.

Mead Johnson troca lata por plástico com rótulo IML

O plástico acaba de mostrar ao metal que o mercado infantil não é brincadeira de criança. Verbete norte-americano em leite em pó para bebês, a Mead Johnson botinou a lata metálica em favor do recipiente de poliolefina com rótulo gravado no compartimento interno do molde de injeção (in mold label/IML). A novidade debutou no México, Peru e Colômbia na roupagem do rótulo Metalic, fornecido pela belga Verstraete IML, para o leite em pó Enfamil-Enfagrow. “Tomamos essa decisão com base em  experiências nos Estados Unidos e em pesquisa com as mães”,  informa Xóchitl López, Analista Regional de Marcas da Mead Johnson Nutrition Mexico.”
Ambas revelaram que nosso produto permanece fresco por mais tempo em embalagens IML; sua a qualidade é preservada à perfeição e o recipiente é mais seguro e fácil de abrir”. Neste projeto, a Mead Johnson trabalhou com a Verstraete IML e a norte-americana Berry Plastics, transformadora de injeção. “A Mead Johnson foi a primeira em seu setor a optar pelo Metallic IML para enfatizar a qualidade premium do seu produto através da impressão e acvabamento”, sintetiza  David Sinnery gerente regional de desenvolvimento de negócios na América do Norte da Verstraete IML.

Fonte: Plástico em Revista

In-mold label – IML

Criado pela Procter & Gamble nos Estados Unidos há mais de quarenta anos, o in-mold labeling consiste na decoração de embalagens plásticas com rótulos de filme plástico (PP ou BOPP) colocados no interior dos moldes. Desse modo, os recipientes ganham estampas fundidas a suas paredes, no momento em que são formados. A tecnologia pode ser utilizada na injeção de potes e tampas ou no sopro de garrafas e frascos. As primeiras embalagens produzidas no Brasil surgiram no início dos anos 2000.
A operação para aplicação do rótulo no molde dura alguns segundos e necessita de extrema precisão. A garra de um robô instalado ao lado de uma injetora pega o rótulo, com a ajuda de ventosas. Os rótulos são levados para as cavidades do molde de injeção e lá são fixados por meio de uma descarga elétrica ou de sistema de vácuo. A escolha entre a descarga elétrica ou o sistema de vácuo depende das características da peça. A resina então é injetada e incorpora o rótulo. A embalagem sai do molde já decorada.

Prós e contras do IML para o Brand Owner.
Vantagens:
•    Grande apelo visual
•    Boa resistência (não há risco de descolamento do rótulo)
•    Eliminação da etapa de rotulagem
•    Rótulo indelével assegura exposição da marca ao consumidor até o fim do ciclo de produtos, impede reutilizações não desejáveis da embalagem, coíbe a pirataria.
•    Embalagem e rótulo do mesmo material (polipropileno) facilitam o processo de reciclagem
Desvantagens
•    Investimento em equipamentos no caso de linhas verticalizadas
•    Necessidade de produção de grandes volumes, gerando estoque
•    Necessidade de manutenção de estoque de embalagens vazias para cada versão do produto
•    O rótulo não pode ser retirado, o que pode ser malvisto por consumidores que gostam de reaproveitar embalagens como utensílio doméstico

Fonte: Revista Embalagem Marca – Ed. Agosto 2015

Hershey’s lança Chocotubs com rótulo IML

Em lugar dos tradicionais tipos autoadesivos, a fabricante de chocolates Hershey’s optou pelo rótulo in mold label (IML  gravação direta no interior do molde) para a embalagem de um lançamento transposto do mercado norte-americano: os tubos de wafer Chocotubs, acrescidos de creme de chocolate em compartimento separado.  “O pacote precisava chamar a atenção nas prateleiras das lojas brasileiras e agregar um valor ao mesmo. Queríamos trazer inovação ao crescente mercado on-the-go (para viagem). Daí porque optamos pelas embalagens IML.”, justifica Ana Fontes, a gerente de P&D da Hershey’s no Brasil. “A escolha dessa tecnologia  em  redução do investimento, pois produção e rotulagem da embalagem transcorrem numa única operação. Os custos da rotulagem pós-produção e os gastos de armazenamento e transporte foram eliminados da nova linha de produção. Com a impressão em offset, os rótulos IML adquirem imagens de alta resolução em até oito cores e, com apenas um rótulo IML, decoramos todos os lados da embalagem” . A belga Verstraete IML foi a fornecedora da película de polipropileno selecionada para a rotulagem efetuada pelo fornecedor do pote termoformado de 52 gramas de Chocotubs, a paranaense Plast&Pack.