Um Olé no Picolé

outubro 26, 2016

A edição de fevereiro de 2016 da Plástico em Revistas, importante mídia do ramo de embalagens, veiculou uma matéria sobre o mercado de sorvetes e picolés que contou com a participação especial de nosso Gerente Aldo Mortara.
Aldo ressalta nesta entrevista que, com a chegada das famosas paletas mexicanas no mercado brasileiro e com a expansão do mercado de picolés artesanais, existe uma grande expectativa que os picolés voltarão aos trilhos da expansão.
Fatores como diversificação da oferta, queda na informalidade e barateamento das máquinas horizontais de enchimento e selagem (Flow Pack horizontal) contribuirão para este aumento de demanda.  Pela a estimativa apontada por Aldo, o sorvete de palito hoje abocanha de 5% a 7% da demanda brasileira de BOPP.
Há cerca de 20 anos, rememora Aldo Mortara, o BOPP opaco ou perolizado botinava o laminado de papel e polietileno de picolés. “Mérito da alta opacidade, valorização do visual e o ajuste do filme ao picolé, devido à sua baixa densidade”, atribui ele. “Os envelopes pré-formados seguiram essa tendência”. Em picolés menos diferenciados, os de maior concorrência, continua a dar as cartas no filme opaco metalizado, impresso na face externa e vedado por termosselagem, afiança o porta-voz da Vitopel. “Nos produtos de cunho menos genérico, em especial com chocolate ou tipo bombom, a estrutura de embalagem reinante não é laminada. Trata-se de BOPP metalizado e impresso sobre metal, contemplado ao final do processo com verniz de acabamento e proteção”.

 

Conforme detalha, dois laminados de BOPP prevalecem para versões mais seletas de picolés: o filme perolizado opaco interno com filme transparente impresso no verso e filme transparente metalizado interno com filme transparente impresso no verso. “O fechamento por termosselagem predomina em sorvetes de palito devido ao seu custo/benefício e à sua resistência a baixas temperaturas, evitando o custo adicional da selagem a frio (Cold Seal)”, assinala Mortara. Em sorvetes mais sensíveis, como picolés recobertos de chocolate o uso de estruturas de BOPP com selagem a frio procede, completa o executivo.

 

A matéria ressalta também que o mostruário de filmes da Vitopel preenche todas essas peculiaridades do embalamento de picolés. Na esfera do filme opaco perolizado, o campeão em volume de vendas para o segmento, Mortara esclarece que a película de sua empresa prima pelo equilíbrio entre o alto rendimento e a capacidade de proteção. “A solicitação mecânica da embalagem é bastante relevante, pois contém um alimento congelado e um palito exposto”, considera. “Por isso, a resistência física do filme e seu desempenho na selagem a quente são cruciais para manter a qualidade da embalagem até o ponto de venda”. Quanto aos picolés de perfil mais nobre, tipo bombom ou revestidos de chocolate, o gerente salienta os predicados da barreira anti-odores externos proporcionados pelos filmes metalizados da Vitopel.