Soluções em Filmes Flexíveis

Soluções em Filmes Flexíveis

mp3 cutter free download mario bros download calgary painters angelina jolie hot acdsee free download mcafee antivirus free download luminess air tattoos backlinks tips affiliate ebay top 10 songs best top videos luminess air tgif meaning gta san andreas free download free download winrar mozilla firefox 4 free download msn messenger free download how to download songs from youtube easy youtube video downloader descargar youtube downloader youtube video downloader online youtube song downloader online youtube video downloader xilisoft youtube downloader free youtube downloader software youtube video downloader free free youtube downloader and converter chrome youtube downloader cheat engine 5 turbo c free download ultrasurf free download free download google earth jet audio free download pdf creator free download windows media player 11 free download microsoft word 2003 free download audacity free download photofunia free download ms word 2007 free download youcam free download window media player free download macromedia flash player free download microsoft excel 2007 free download microsoft publisher 2007 free download google earth free download 2010 virtual dj free download full version microsoft powerpoint 2010 free download beyluxe messenger free download windows vista free download microsoft 2007 free download microsoft word free download 2007 angry birds for pc free download angry birds 3-5 angry birds 3-6 angry birds free download for pc download angry birds for pc free angry birds seasons pc angry birds for pc download rovio angry birds angry birds rio download angry birds symbian angry birds download free vidalia chop wizard instyler smoke assist swivel sweeper g2 sobakawa pillow irenew bracelet calgary painters
  Buscar
 
 
 
12/02/2009

Papel sintético chega ao mercado em abril

São Paulo - A Vitopel, empresa produtora de filmes flexíveis biorientados, desenvolveu um papel sintético produzido com plásticos reciclados. O projeto foi realizado em parceria à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e contou com aporte da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O produto utiliza a tecnologia dos filmes de polipropileno biorientado (BOPP) - filmes plásticos muito usados em rótulos e embalagens de biscoitos, salgadinhos, entre outras aplicações -, porém contém diferentes tipos de polímeros em sua composição, feitos à base de plástico reciclado.

Mas nem bem foi lançado e o papel sintético já começa a gerar polêmica dentro do setor de papel e celulose, após a divulgação equivocada de que cada tonelada do produto evitaria a derrubada de 30 árvores, por não utilizar celulose em sua composição.

De acordo com o presidente da Vitopel, José Ricardo Roriz Coelho, o projeto será um marco para o setor, pois o "plástico descartado ganhará um destino nobre". O executivo explica que o papel sintético, que tem aspecto similar ao do papel couché, é de excelente qualidade, tem maior durabilidade que o papel comum, pode ser reciclado inúmeras vezes e é resistente à umidade.

O papel sintético, que pode ser produzido a partir de garrafas descartadas, embalagens, frascos plásticos usados, entre outros, conquistou uma patente depositada em nome dos três parceiros envolvidos: Vitopel, UFSCar e Fapesp. Segundo Roriz, o papel sintético não vai substituir o papel comum. "Não temos essa intenção, pois o produto vai atuar como complementar ao papel comum, sendo mais uma opção no mercado", avaliou.

A Vitopel tem a intenção de lançar o produto comercialmente até abril, assim que algumas etapas forem cumpridas, incluindo a criação de uma cadeia de fornecimento da matéria-prima (o plástico descartado). Até lá, os envolvidos no projeto definirão o preço com o qual deve chegar ao mercado. Roriz acredita que o valor venha a ser similar ao quilo do papel comum.

A professora Sati Manrich , associada do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar, acrescenta que o preço será competitivo, mas lembra que o que reduz o custo é escala de produção. "Quanto maior o mercado, menor o preço. Dependerá da receptividade", disse.

Segundo Roriz, a empresa empregará o papel sintético na produção de rótulos, fibras adesivas e catálogos. O executivo aposta que os setores de rótulos e impressão terão maior aceitação do produto, que atenderá ainda aos segmentos gráfico, de etiquetas, publicidade (banners e outdoors) e outros.

A Vitopel estima que em um ano sejam produzidas 10 mil toneladas, sendo que a capacidade total da empresa é de 150 mil toneladas por ano.

Depois da polêmica do lançamento, o gerente técnico da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), Afonso Moura, voltou atrás e disse que o material não é papel. "Trata-se de uma lâmina de plástico, porque papel é feito a partir de fibra de celulose.". Quanto ao apelo de sustentabilidade, Moura explica que o material contribui com o meio ambiente, uma vez que o plástico demora 400 anos para se decompor e o produto proposto utiliza plástico reciclado em sua composição. "Mas isso não significa que serão cortadas menos árvores", afirmou Moura.

(Fonte: Gazeta Mercantil - Empresas & Negócios - Pág C1 - 12.02.09)

 
12/02/2009

Papel sintético chega ao mercado em abril

São Paulo - A Vitopel, empresa produtora de filmes flexíveis biorientados, desenvolveu um papel sintético produzido com plásticos reciclados. O projeto foi realizado em parceria à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e contou com aporte da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O produto utiliza a tecnologia dos filmes de polipropileno biorientado (BOPP) - filmes plásticos muito usados em rótulos e embalagens de biscoitos, salgadinhos, entre outras aplicações -, porém contém diferentes tipos de polímeros em sua composição, feitos à base de plástico reciclado.

Mas nem bem foi lançado e o papel sintético já começa a gerar polêmica dentro do setor de papel e celulose, após a divulgação equivocada de que cada tonelada do produto evitaria a derrubada de 30 árvores, por não utilizar celulose em sua composição.

De acordo com o presidente da Vitopel, José Ricardo Roriz Coelho, o projeto será um marco para o setor, pois o "plástico descartado ganhará um destino nobre". O executivo explica que o papel sintético, que tem aspecto similar ao do papel couché, é de excelente qualidade, tem maior durabilidade que o papel comum, pode ser reciclado inúmeras vezes e é resistente à umidade.

O papel sintético, que pode ser produzido a partir de garrafas descartadas, embalagens, frascos plásticos usados, entre outros, conquistou uma patente depositada em nome dos três parceiros envolvidos: Vitopel, UFSCar e Fapesp. Segundo Roriz, o papel sintético não vai substituir o papel comum. "Não temos essa intenção, pois o produto vai atuar como complementar ao papel comum, sendo mais uma opção no mercado", avaliou.

A Vitopel tem a intenção de lançar o produto comercialmente até abril, assim que algumas etapas forem cumpridas, incluindo a criação de uma cadeia de fornecimento da matéria-prima (o plástico descartado). Até lá, os envolvidos no projeto definirão o preço com o qual deve chegar ao mercado. Roriz acredita que o valor venha a ser similar ao quilo do papel comum.

A professora Sati Manrich , associada do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar, acrescenta que o preço será competitivo, mas lembra que o que reduz o custo é escala de produção. "Quanto maior o mercado, menor o preço. Dependerá da receptividade", disse.

Segundo Roriz, a empresa empregará o papel sintético na produção de rótulos, fibras adesivas e catálogos. O executivo aposta que os setores de rótulos e impressão terão maior aceitação do produto, que atenderá ainda aos segmentos gráfico, de etiquetas, publicidade (banners e outdoors) e outros.

A Vitopel estima que em um ano sejam produzidas 10 mil toneladas, sendo que a capacidade total da empresa é de 150 mil toneladas por ano.

Depois da polêmica do lançamento, o gerente técnico da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), Afonso Moura, voltou atrás e disse que o material não é papel. "Trata-se de uma lâmina de plástico, porque papel é feito a partir de fibra de celulose.". Quanto ao apelo de sustentabilidade, Moura explica que o material contribui com o meio ambiente, uma vez que o plástico demora 400 anos para se decompor e o produto proposto utiliza plástico reciclado em sua composição. "Mas isso não significa que serão cortadas menos árvores", afirmou Moura.

(Fonte: Gazeta Mercantil - Empresas & Negócios - Pág C1 - 12.02.09)

 
  
  

Relacionados

  
 

© 2008 Vitopel. Todos os direitos reservados.

 Rua Olimpíadas, 66 – 8º andar Vila Olímpia – SP CEP: 04551-000 Telefone: 55 (11) 3883-7700 Fax: 55 (11) 3883-7761

coolmath mp3 cutter
mp3 player touchscreen mp3 cutter
instrumentenkabel mp3

© 2008 Vitopel. Todos os direitos reservados.

 Rua Olimpíadas, 66 – 8º andar Vila Olímpia – SP CEP: 04551-000 Telefone: 55 (11) 3883-7700 Fax: 55 (11) 3883-7761

coolmath mp3 cutter
mp3 player touchscreen mp3 cutter
instrumentenkabel mp3