Soluções em Filmes Flexíveis

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24/09/2008 | Valor Econômico

Fabricantes plásticos fixam metas de expansão até 2010

 

Fabricantes de produtos plásticos, como embalagens e brinquedos, estão se comprometendo a ampliar a oferta de emprego em 10%, aumentar o consumo de artefatos em 21% e elevar o faturamento da indústria em 22% até 2010.

As metas fazem parte da proposta que será levada, nesta semana, por seis entidades empresariais do setor ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, responsável pela Política de Desenvolvimento Produtivo, lançada em junho. Segundo as entidades, os objetivos serão cumpridos, porém, se o governo federal atender as reivindicações apresentadas pelo setor no "Fórum de Competitividade do Plástico".

Uma das posições defendidas pelas entidades ligadas à transformação de plásticos é a redução da alíquota de importação de resinas termoplásticas, as matérias-primas para a produção dos artefatos plásticos.

A tarifa de importação de resinas, que é de 14%, é defendida pelos produtores da matéria-prima, como condição necessária para enfrentar a concorrência de países com resinas abundantes e custos reduzidos, segundo posição defendida junto ao governo.

"Queremos ter as mesmas condições de preços dos nossos rivais", diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Filmes Biorientados (Abrafilme), uma das signatárias do documento que será entregue ao ministro Miguel Jorge.

"Não estamos pedindo um preço da Arábia Saudita, mas um valor equivalente aos nossos vizinhos." Segundo ele, os preços de resinas praticados no mercado doméstico giram em torno de 18% a 35% acima de países da região, como Argentina, Chile, Colômbia, México ou Venezuela.

O documento é assinado pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (Afipol), Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens Laminadas (Abraflex), Associação dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), além da Abrafilme.

A pressão dos fabricantes de plásticos se intensificou depois que os preços das resinas tiveram aumentos recordes em função dos reajustes realizados pelos fabricantes que justificam, para isso, o repasse do valor de sua principal matéria-prima, a nafta petroquímica, fornecida pela Petrobras. A estatal, que é a principal fornecedora de nafta, também é sócia da Braskem e da Quattor, as duas principais petroquímicas do país.

No texto a ser entregue ao governo, as entidades do plástico dizem que o setor poderá gerar 33 mil novos empregos entre 2007 a 2010. O consumo de artefatos, que foi de 4,9 milhões de toneladas no ano passado, poderá aumentar para 6 milhões de toneladas em dois anos. O faturamento poderá aumentar para R$ 22,6 bilhões.

O setor de transformados plásticos dá entender que a indústria de resinas também poderá se beneficiar do seu crescimento. O consumo de resinas aumentaria 19,7%, passando de 4,8 milhões de toneladas por ano para 5,8 milhões de toneladas em 2010. (Fonte: Valor Econômico 24/09)

24/09/2008 | Valor Econômico

Fabricantes plásticos fixam metas de expansão até 2010

 

Fabricantes de produtos plásticos, como embalagens e brinquedos, estão se comprometendo a ampliar a oferta de emprego em 10%, aumentar o consumo de artefatos em 21% e elevar o faturamento da indústria em 22% até 2010.

As metas fazem parte da proposta que será levada, nesta semana, por seis entidades empresariais do setor ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, responsável pela Política de Desenvolvimento Produtivo, lançada em junho. Segundo as entidades, os objetivos serão cumpridos, porém, se o governo federal atender as reivindicações apresentadas pelo setor no "Fórum de Competitividade do Plástico".

Uma das posições defendidas pelas entidades ligadas à transformação de plásticos é a redução da alíquota de importação de resinas termoplásticas, as matérias-primas para a produção dos artefatos plásticos.

A tarifa de importação de resinas, que é de 14%, é defendida pelos produtores da matéria-prima, como condição necessária para enfrentar a concorrência de países com resinas abundantes e custos reduzidos, segundo posição defendida junto ao governo.

"Queremos ter as mesmas condições de preços dos nossos rivais", diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Filmes Biorientados (Abrafilme), uma das signatárias do documento que será entregue ao ministro Miguel Jorge.

"Não estamos pedindo um preço da Arábia Saudita, mas um valor equivalente aos nossos vizinhos." Segundo ele, os preços de resinas praticados no mercado doméstico giram em torno de 18% a 35% acima de países da região, como Argentina, Chile, Colômbia, México ou Venezuela.

O documento é assinado pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (Afipol), Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens Laminadas (Abraflex), Associação dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), além da Abrafilme.

A pressão dos fabricantes de plásticos se intensificou depois que os preços das resinas tiveram aumentos recordes em função dos reajustes realizados pelos fabricantes que justificam, para isso, o repasse do valor de sua principal matéria-prima, a nafta petroquímica, fornecida pela Petrobras. A estatal, que é a principal fornecedora de nafta, também é sócia da Braskem e da Quattor, as duas principais petroquímicas do país.

No texto a ser entregue ao governo, as entidades do plástico dizem que o setor poderá gerar 33 mil novos empregos entre 2007 a 2010. O consumo de artefatos, que foi de 4,9 milhões de toneladas no ano passado, poderá aumentar para 6 milhões de toneladas em dois anos. O faturamento poderá aumentar para R$ 22,6 bilhões.

O setor de transformados plásticos dá entender que a indústria de resinas também poderá se beneficiar do seu crescimento. O consumo de resinas aumentaria 19,7%, passando de 4,8 milhões de toneladas por ano para 5,8 milhões de toneladas em 2010. (Fonte: Valor Econômico 24/09)

  

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